quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Poetizando na chuva


chuva

Esfriou o meu corpo já em brasa
Você não veio ao nosso encontro
Mas a chuva revela que você é nada
Apenas uma mulher sem piedade e dó

Meu corpo tremula a água da chuva
Se cá estivesse nós a esquentaríamos
E num afoito louco de beijos e abraços
O calor dos nossos corpos ria a chuva 

Mas você não veio choro o teu desamor
Sento na poça d'água e começo a chorar
Nisso duas mãos me abraçam o meu colo

Coloquei minhas mãos nas suas de amor
Aqueci-a com  abraços, beijei com fervor 
Corpos em brasas do amor, parou a chuva

6 Comentários:

Às 5 de janeiro de 2017 08:26 , Blogger Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Não abandone esse blog tão lindo.
Bjs Dorli.
Carmen Lúcia.

 
Às 5 de janeiro de 2017 08:31 , Blogger Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

A chuva traz energias e assim nos inspiramos para poetizar.
Bjs amiga Dorli.
Carmen Lúcia.

 
Às 5 de janeiro de 2017 09:14 , Blogger Cidália Ferreira disse...

Adorei o poema!

Beijo e tudo de bom para si.

 
Às 5 de janeiro de 2017 15:04 , Blogger Elvira Carvalho disse...

Não há chuva nem frio que arrefeçam o amor.
Um abraço

 
Às 6 de janeiro de 2017 05:29 , Blogger Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Obrigada pela visita amiga Dorli.
Até a volta se Deus assim me permitir.
Bjs-Carmen Lúcia.

 
Às 8 de janeiro de 2017 10:23 , Blogger Jaime Portela disse...

O amor faz evaporar todas as contrariedades...
Magnífico soneto, gostei imenso.
Boa semana, querida amiga Dorli.
Beijo.

 

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